Online (EAD)
Conteúdo gravado pelo instrutor Ronaldo Rondini, acesso imediato após a matrícula. Certificado emitido na conclusão.
Treinamento presencial para operação de cadeira suspensa em trabalho em altura, com prática supervisionada de ancoragem, técnicas de descida e autorresgate.
Capacitar o trabalhador para operar a cadeira suspensa com segurança e dar ao gestor a conformidade que a NR-18 exige para o serviço em fachada.
Queda de altura durante o acesso por corda, falha de ancoragem e uso incorreto do equipamento. A cadeira suspensa é uma das técnicas de maior exposição em obra.
Trabalhadores que executam pintura, limpeza, revestimento, impermeabilização e reparos em fachadas e estruturas verticais com acesso por cadeira suspensa.
A fiscalização cobra a capacitação específica para cadeira suspensa, somada à NR-35 de altura. Sem ela, o serviço é interditado e a obra autuada.

Conteúdo gravado pelo instrutor Ronaldo Rondini, acesso imediato após a matrícula. Certificado emitido na conclusão.
Parte teórica online, prática supervisionada presencial em data combinada. Ideal pra reciclar com pouco tempo fora do trabalho.
Turma aberta em São Paulo ou Peruíbe, com instrutor certificado e prática supervisionada do início ao fim.
Turma fechada na sua operação, com data, carga horária e conteúdo ajustados à realidade da equipe. Orçamento sob medida.
A cadeira suspensa, também chamada de cadeirinha, é o equipamento que permite ao trabalhador acessar fachadas e estruturas por corda, apoiado em um assento preso a um sistema de ancoragem. É a técnica usada em pintura de prédio, limpeza de vidro, impermeabilização e reparo de estrutura vertical, onde o andaime não chega ou não compensa.
Por ser um acesso por corda, a cadeira suspensa concentra risco. A capacitação não é formalidade: é o que separa o serviço seguro do acidente.
Todo trabalhador que executa serviço apoiado em cadeira suspensa recebe a capacitação específica, com reciclagem periódica e sempre que houver mudança nas condições de trabalho. A capacitação é somada à NR-35 de trabalho em altura, exigência que vale para qualquer atividade acima de dois metros.
Prática supervisionada com o equipamento real e instrutor com experiência de campo em acesso por corda. O trabalhador sai da capacitação tendo montado a ancoragem, descido na corda e executado o autorresgate, não só assistido à explicação.
O time devolve, em 1 dia útil, o caminho mais curto pra capacitar sua equipe sem parar a operação.